O texto de hoje é bem interessante porque nos faz refletir sobre o básico e a importância que ele tem especialmente na vida de quem NÃO está usando o GTD. O contraste é gigantesco.
Só explicando rapidamente o título: tentar fazer tudo, ter tudo e ser tudo vai exaurir seu mecanismo humano. “Mais e melhor” sempre vai fazer com que você se estique demais tentando alcançar o que pode ser impossível. Para surfar no topo da onda em vez de se afogar, você deve transformar tudo isso o que você quer em algo factível, dividido em pedaços físicos. Uma expressividade expressiva requer inteligência e uma limitação consciente para ser algo sustentável.
Mas sobre o básico, vamos lá! Calma que tem a ver.

O David comenta que ele já fez dezenas de entrevistas no rádio e na tv. Na maioria dessas entrevistas, as pessoas querem respostas milagrosas em 50 segundos para ter mais saúde, mais dinheiro e felicidade. Isso o força a reduzir sua mensagem ao estritamente essencial,e esse é o tema do nosso capítulo da semana.
As pessoas perguntam a ele qual a única coisa que as coloca em um caminho mais produtivo, e ele responde que não é apenas uma, mas cinco coisas – na verdade, cinco boas práticas que amarram tudo junto.
Que cenário nós temos? As pessoas mantêm as coisas em suas cabeças. Elas não decidem o que precisa ser feito com relação a tais coisas mesmo quando sabem que é necessário fazer algo a respeito. Elas não organizam lembretes de ações e materiais de suporte em categorias funcionais. Elas tampouco têm e revisam seu inventário completo e objetivo de todos os compromissos que têm. Então desperdiçam energia e explodem, deixando seu trabalho ser levado pelo latest e pelo loudest, esperando que seja a coisa certa a fazer mas, ao mesmo tempo, nunca se sentindo aliviadas por fazê-lo.
Os cinco passos do GTD são todos importantes. Você pode fazer 4 deles muito bem mas, se deixar um de fora, todo o sistema cai. Muitas pessoas tiram as coisas da cabeça e escrevem em um caderno, por exemplo, mas não tomam decisões nem definem próximas ações para fazer aquilo andar de alguma maneira. Quando elas decidem sobre algo, não conseguem acessar esses lembretes em categorias que façam sentido, como contextos apropriados. E, mesmo quando o fazem, rapidamente deixam seus sistemas ficarem desatualizados e bagunçados de novo, porque não os revisaram apropriadamente. Como consequência, sem esse cuidado, sua vida e seu trabalho se tornam respostas reativas em vez de serem escolhas de ações direcionadas.
O que fazer então? Tire as coisas de sua cabeça. Tome decisões e defina ações sobre as coisas quando elas aparecem, não quando elas explodem. Organize lembretes dos seus projetos e das próximas ações em categorias apropriadas. Mantenha seu sistema atualizado, completo e revisado de maneira suficiente que você consiga confiar em suas escolhas, que serão intuitivas sobre o que você está fazendo (e não está fazendo) a qualquer momento.
Mais simples ainda: foque em resultados positivos e contínuos tendo a próxima ação como coisa mais importante. Parece um desafio, mas trata-se de simplesmente começar.
Por sinal…