Equilíbrio de vida. É possível ser feliz por natureza?

1 de junho de 2018

Lendo um artigo da Cali Williams Yost fiquei boquiaberta com suas descobertas sobre o quanto é possível ter equilíbrio de vida sendo feliz por natureza. Não só isso, ela explica detalhadamente como pode ser simples conseguir tal mágica. Inacreditável? Então continue lendo.

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Cali classifica pessoas como “felizes por natureza” quando identifica que elas possuem um equilíbrio de vida fora do comum. São pessoas que aparentemente possuem tudo da maneira que desejam, sem nenhum esforço. Ao contrário da maioria de nós, pobres mortais, eles parecem Deuses. Tudo dá certo para eles. É obvio que esta visão é exagerada, é uma visão externa a rotina dos seres ditos “especiais”. Olhando de dentro da rotina de cada um percebe-se que o equilíbrio de vida é grande, mas não chega a ser nada fantástico, impossível de fazermos também.

O termo que ela usa é “insanamente simples” para descrever os segredos que usam em suas rotinas. Então vamos a eles:


  1. Assumem o controle e as responsabilidades
    Estas pessoas felizes por natureza não depositam a responsabilidade sobre NADA que acontece em suas vidas nas mãos de outras pessoas. Acreditam e agem sempre baseadas na premissa de que possuem o poder para mudar o rumo das situações com suas próprias atitudes.·.

  2. Mantém o foco
    Seu
    equilíbrio de vida baseia-se principalmente numa visão macro, sempre a vista e frequentemente revista. Elas não se dispersam, mantêm as informações importantes todas juntas para rápidas consultas e decisões acertadas. Os questionamentos frequentes sobre para onde estão indo, como e porque, as mantém na direção desejada.

  3. Não perdem pequenas oportunidades para sentir-se bem e feliz
    Basta encontrarem um buraquinho na agenda, de uma ou duas horas, para usarem isso em coisas boas. Por exemplo, um encontro com seu amor para um lanche ou caminhada, uma oportunidade de rever pontos específicos sobre sua viagem de férias ou alguns detalhes do seguro de vida, uma ligação longa e cheia de dengos para alguém querido.

  4. Aceitam a própria imperfeição
    Pode parecer contraditório, mas estes seres que imaginamos como perfeitos e divinos possuem como seu maior trunfo a aceitação de seus erros e defeitos como uma simples parte da vida. Caminham para o equilíbrio de vida entendendo que existe um eixo e a balança pende alternadamente para os dois lados. Elas aceitam esse balanço, essas oscilações entre bom e ruim, perfeito e imperfeito com a tranquilidade de uma criança que está sempre aprendendo com os próprios erros.


Numa pesquisa que realizou com pessoas que assistiram a suas palestras 240 responderam e ela chegou à conclusão que a maioria massiva acha que já está fazendo tudo isso. Mas nas respostas ficou claro que não possuíam visão macro sobre o que realmente querem. Muitas sequer se perguntam isso: o que eu quero? Porque quero? Como pretendo conquistar?

Conhecer o caminho não é o mesmo que percorrer o caminho. O que estamos fazendo?

Será mesmo que cada um de nós pode aproximar-se mais da “divindade” e treinar nosso equilíbrio de vida para chegarmos o mais perto possível do estado “naturalmente feliz”?



 

+ Produtividade – Estresse

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Especialista em Gestão do tempo e Produtividade

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